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BRINQUEDINHOS

Está na última Playboy uma matéria sobre acessórios para tirar o sexo de todo dia da categoria feijão-com-arroz. Bota pimenta nisso! A própria repórter testou os brinquedinhos com o namorado e pelo relato a experiência foi um sucesso absoluto. O estimulador clitoriano com controle remoto deu de 10 nos outros em termos de extravagância. Yep, isso é que é curtição em público. O casal foi ver como funcionava o pequeno notável num casamento!!! Já pensou? A mulher "veste" a geringonça e espera o parceiro girar o botão. O bzzz-bzzz-bzzz faz o resto.

Opinião pessoal: Estimuladores são ótimos pra dar uma variada, mas quando viram o prato principal podem gerar dependência e perder o encanto. E tenho dito.



Escrito por Lica às 22h34
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XÔ, GERUNDISMO!

E eu que achava que que a praga do "falando", estando", fazendo" era exagero das pessoas mais exigentes com a nossa língua portuguesa (brigada, Pasquale!). Ontem à noite, ao cadastrar meu novo celular - útil, fútil & fofo - vi que essa história é verdadeira. E triste.
O atendente teve a ousadia de dizer algo assim: "Senhora Alline, nós vamos estar passando a sua ligação para o setor responsável, para estar fazendo o cadastramento do seu celular.

Eu posso com isso????

Me segurei do outro lado da linha para não rir.
Ou deveria chorar?



Escrito por Lica às 18h39
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FIQUEI NO QUASE

Hum, quase "ganhei" mais um tombo pra coleção. Com escada molhada ninguém pode. Foi por pouco, enquanto a moça da limpeza passava pano. Como a agência fica numa casa antiga de dois andares, é lógico que existe uma bela escadaria de mármore, daquelas que fazem uma curva, um chiquê só. Além de bela, é perigosa, a safada. E dura. Explico por quê. Logo que vim trabalhar aqui ela me pegou. Estava indo embora, na pressa de sempre, e pisei em falso, distraidinha da silva. Aí teve vexame: fui dando bundadas nos degraus até chegar no último. Tudo muito rápido, sem tempo para raciocinar. Ainda bem que ninguém viu. Ouviu... apenas. Eu ri contando pros colegas mais tarde, já de coxa roxa.

Minha história com tombos vem de muito tempo e ainda hoje provoca risinhos - meus, lógico. Teve aquele em que eu vinha tentando alcançar um colega da outra agência depois do almoço. Surpreeeeeesa: escorreguei no piso de mármore (será sina?) e caí de joelhos atrás dele, bem na entrada do prédio. Finalmente ele olhou para trás e notou que eu estava lá. No chão... rs

Também teve showzinho na Felipe Schmidt, a rua mais movimentada aqui de Floripa. Andando rápido pra não perder o ônibus, virei o pé e... ai, que dor! me estabaquei bonito, fiquei de pernas pro ar. Detalhe: eu usava vestido! Imagina minha cara... saí rapidinho de cena.

É assim mesmo. De tombo em tombo vou levando a vida. Consigo me erguer de novo, sacudir a poeira da roupa e continuar. Quem não ri dos próprios tombos não sabe quanta graça tem a vida.



Escrito por Lica às 18h46
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TUDO A SEU TEMPO

Quem não conhece aquela pessoa afoita, que já quer acertar de primeira? Esta sou eu, estampada naquelas 3x4 com a maior cara de ansiedade. Após duas semanas de aulas de dança já queria que meus quadris se tornassem independentes do resto do corpo. Só dando com um gato morto na cabeça, né? ;-)

Então, tragicomédia, lá vamos nós! A professora estava repassando as bases com cuidado e anotei tudo que foi possível, do jeito que foi possível. Porque base é tudo, darlings, e se não anotar os movimentos eles acabam sendo esquecidos. Dãããã... óbvio, né?

Daí é só partir pro abraço e embarcar no "oito". Caracoles, eu não sei por que travou, eu só consigo lembrar do joelho duro e a Juli explicando uma, duas, três vezes e por fim me olhando com certa impaciência. Eu juro que tinha vontade de acertar logo, fazer bonito. Estava empenhada seriamente naquela aventura de fazer um oito com o quadril, mas simplesmente não saía.

E quanto mais eu queria parece que mais duro o joelho ficava, e mais nervosa eu ficava, e não tinha como me mexer. Vixe, que frustração do caramba! Eu via que o movimento não era complicado, só que o diacho do joelhão bobalhão cismava em não obedecer. Eu via as meninas fazendo e dizia: "Vai, faz também" e nada de ele dar sinal de vida.

Quando parei, respirei e recomecei do zero o negócio andou. Consegui sorrir de novo...

Suei pra aprender que as coisas não são imediatas, que não é de um dia pro outro que um conhecimento - este ou qualquer outro - toma conta da gente por alguma mágica. Aprender exige entrega, paciência, persistência e muito bom humor para passar por dias como o de hoje. 
 



Escrito por Lica às 18h23
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VI, GOSTEI E JOGO NA RODA

"Encontros e Desencontros". Quando estreou no cinema eu perdi e não dei muita bola. Depois um amigo indicou e coloquei na lista dos mais de 100 filmes pra ver e rever. Lá ficou.
Hoje finalmente apertei o play para acabar com a curiosidade. E daí se desenrolou a história de dois entediados num hotel da modernosa Tóquio que resolvem dar um chega pra lá na insônia. No elenco tem Bill Murray e o comando das aventuras fica por conta de Sofia Coppola.
E por que não?



Escrito por Lica às 23h53
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