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Seja você quem for! Escrito por Lica às 13h35 [ envie esta mensagem ] Retrato Eu não tinha este rosto de hoje, Escrito por Lica às 13h14 [ envie esta mensagem ] Sossegue coração sossegue coração Paulo Leminski Escrito por Lica às 07h52 [ envie esta mensagem ] Teu Riso
Escrito por Lica às 07h35 [ envie esta mensagem ] Tenho visto coisas A menina senta comigo e deita a falar de outra, que isso, que aquilo e mais aquilo outro, cheia de razão. Eu, porque conheço quem estava sendo alvo dos comentários e não quero ser injusta, tento dar uma amenizada: EU: Pô, se você tá insatisfeita vai lá e fala pra ela. E continua o show do milhão de reclamações até que a outra chega. Finalmente! Pois não é que o tom da conversa muda total, a menina que estava comigo a cumprimenta como se não estivesse até há pouco tocando o pau e fica toda animada???? Ui, que medo! Escrito por Lica às 09h19 [ ] [ envie esta mensagem ] E as aparências continuam enganando Ontem foi a vez de rever meu amigaço Antônio depois de muitos meses sem papo e sem mais aquelas. Como era domingo e Floripa não tem nada pra fazer nesse dia, só nos restou ir pro shopping. (Bom, eu também queria comprar um corretivo... hehehehe)
Não sei por que cargas d'água viemos embora falando do apego das pessoas à estampa, à casca. Aí foi tempo de ficar de cara. Com os que avaliam pelo tipo de roupa ou carro. Com os que perguntam primeiro sobrenome e endereço, para ver se a pessoa é de família "de bem". Com os que levam às últimas conseqüências o esforço de parecer mais ricos, mais bonitos, mais jovens, mais aquilo que não são de fato. Aqui na minha aldeia ninguém é melhor do que ninguém. E tenho dito. Escrito por Lica às 15h55 [ ] [ envie esta mensagem ] Imagem do dia
Escrito por Lica às 10h43 [ ] [ envie esta mensagem ] Adeus, Rapunzel! Aqui chega ao fim mais uma superaventura minha. Amanhã de manhã, sem pedir um café para nós dois, estarei dizendo adeus aos longos caracóis castanho-escuros. Deu, né? Foi bom enquanto durou, agradou a uns, causou estupefação em outros, foi o que tinha que ser: mais uma experiência na minha vida. Valeu e acabou. É isso. Escrito por Lica às 17h10 [ ] [ envie esta mensagem ] Ô cabeça! Tô indo embora, com vento batendo na cara e pensando em passar na academia e deixar o pagamento do mês. Na esquina, onde tem um botequinho, duas moças estão entrando no carro. Suspense. Elas me olham como se me conhecessem, uma delas me encara. Mas eu... bem, talvez as tenha visto em algum lugar do passado, não sei bem. Busco no banco de imagens e nada. Chego em casa e conto pra mãe. Ela diz o nome das ditas cujas, que são duas superfofas. Claro, mãe, a... e a.... Escrito por Lica às 09h33 [ ] [ envie esta mensagem ] Quem procura acha (algum dia...)
A história tava quase se perdendo, mas meu fiel escudeiro Jan lembrou a tempo. Eu não disse que a gente ri junto? Pois vou contar uma: estávamos nos preparando para voltar para casa na segunda-feira, depois do fim de semana a dois. Tudo ia bem, roupinhas na mala e tal, até bater aquele aperto que só o número 2 dá. Corre, amor, corre! E ele foi pro banheiro. E eu fiquei lavando a louça do café, porque essas coisas de banheiro exigem total privacidade. Não demorou muito e ouvi gritos vindos da janela do banheiro. Foi mais ou menos assim: Ele: Alliiiiiiiiiine, não tem papel! Corri pelo apê num abre e fecha de portas que só vendo. Em território estranho o negócio é vasculhar tudo. O pior é que passei os olhos pelos armários da cozinha, abri gavetas, espiei aqui, ali e acolá. Cadê a merda do papel higiênico? Pior é que tinha a impressão de ter visto um pacotão em algum lugar. Mas qual? Ops, entrada proibida! Enfiei a mão pela fresta aberta e deixei os negócios em cima da pia. Isso se encaixa perfeitamente numa das Leis de Murphy - quando você não precisa mais da coisa acaba dando de cara com ela. Fui direto no armário da área de serviço e achei o saco com seis perfumados rolos. Putz!!! A vaquinha é que fez sucesso e nós ainda rimos um monte depois. Cercados de rolos de papel higiênico, o que mais nos restava? Escrito por Lica às 17h44 [ ] [ envie esta mensagem ] Feriado com algo mais Passei bem, obrigada. Nem bola pro tempo ruim, que ficou do lado de fora. Sem chance, meu caro. Não fiz esforço pra esquecer da vida empoleirada na cama vendo filmes e curtindo meu amor. Resumo da ópera: tô feliz. Escrito por Lica às 13h42 [ ] [ envie esta mensagem ] Leis de Murphy Lei do esparadrapo: Existem dois tipos de esparadrapo - o que não gruda e o que não sai. Lei da atração de partículas: Toda partícula que voa encontra sempre um olho aberto. Lei da administração do tempo: Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível. Lei da procura: O modo mais rápido de encontrar uma coisa é procurar outra. Você sempre encontra aquilo que não está procurando. Lei da telefonia: Quando te ligam - se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não tem caneta. Se tiver ambos, ninguém liga. Se você ligar para um número de telefone errado, ele nunca estará ocupado. Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone. Lei da gravidade: se você consegue manter a cabeça enquanto à sua volta todos estão perdendo a deles, duas coisas podem estar acontecendo - provavelmente você não entende a gravidade da situação ou você já sabe em quem pôr a culpa. Lei da experiência: Só sabe a profundidade da poça quem cai nela. Lei das unidades de medida: Se estiver escrito "tamanho único" é porque não serve em ninguém. Lei das filas e engarrafamentos: A fila ao lado sempre anda mais rapidamente. Obs.: Não adianta mudar de fila. A outra é sempre mais rápida. Escrito por Lica às 14h16 [ ] [ envie esta mensagem ] Apnéia forçada Ah não, lá vem aquela figurinha resfriada espirrar no meu cangote quando tô na fila das Americanas, mortinha de calor. Parênteses necessários e deseperados: cadê o ar-condicionado da loja? Isso é que é um tremendo espanta-cliente! Em todo caso, tenho uma sugestão para se livrar da chuva de vírus: pare de respirar. São só alguns segundos sem ar circulando nos pulmões, como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. Aí dá tempo dos bichinhos se espalharem no ambiente enquanto você vai ficando roxo, verde, azul, um arco-íris completo... hehehehehe Escrito por Lica às 10h26 [ ] [ envie esta mensagem ] EDIÇÃO LIMITADA, REVISTA E MAQUIADA
Escrito por Lica às 16h24 [ ] [ envie esta mensagem ] UMA QUESTÃO DE COSTUME? Cheguei, finalmente. Jesus Cristinho, a operação upgrade no cabelo não foi moleza, não. Nem dormi direito - só pra se ter noção de a quantas andava minha ansiedade. Nesse processo de não fazer idéia do resultado e expectativas 1.000, quase fui atacada por uma dor de barriga de última hora. Só me faltava... 8:30 - já em frente ao salão, com meia hora de antecedência. O salão? Fechado. Eu apreeensiva, tentando me distrair com as tirinhas do Calvin. Só acreditei que não era um trote quando a dona apareceu e a porta foi aberta. Meno male. Sentei e fiquei no canto, esperando, esperando. 9:10 - chegou a moça do megahair com sua malinha preta. Antes de começar, uma ida ao banheiro para aquele xixi provindecial de quem tão cedo não poderia se levantar da cadeira. 9:15 - sessão de fotos para o ANTES. Muito tensa. O fotógrafo me pediu para relaxar. Como?! E lá fui eu para uma aventura de seis horas de cadeira. Não comi nada, não bebi nada, acho que a certa altura até esqueci disso. Ia passando as mechas que estavam no meu colo para a moça e só depois de muito tempo tive coragem de me olhar. Que visão estranha! Uma versão mais cabeluda começava a se desenhar, mecha a mecha, no espelho. Eu só torcia pra acabar logo e nem comi o calzone que meu namorado trouxe. Quando acabou aí sim ganhei um pacotinho de Club Social e devorei tudo antes de começar a maquiagem. Putz, não tava a fim de me maquiar, mas fazia parte do pacote e não me restou outra escolha - aceitei tudo de olhos fechados. Fiz a foto para o DEPOIS e saí atrás da minha vida outra vez.
Minha mãe diz que a gente se acostuma com tudo nesta vida. Será? Ainda me sinto um ET com cabelão. E porque não tô acostumada pareço uma exibida, daquelas que ficam jogando o cabelo pro lado o tempo todo pra fazer charme. Nada! É que ele cai no rosto, atrapalha, é estranho. Acho que ainda tô sob o impacto, não me reconheço. Foram muitos anos de cabelo curto, alguns pouco com cabelo pelos ombros, mas nunca - jamais - com ele batendo nas costas. Falta acertar a cor. De resto, todo mundo reparando em mim como nunca. E eu me olhando no espelho e perguntando: quem é você aí, cara-pálida? Escrito por Lica às 14h57 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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